Gostaria de deixar, aqui, uma pequena dica, que todos já conhecem, mas que, no furor da confusão que se vem instalando em cada um de nós, pode ajudar a criar uma mudança no sentir e na experiência deste dia.

Fora da Bolha Dualista não existe o “mal”, nem nenhuma oposição. O “mal” só poderá existir no sonho humano, na ilusão que parece real. A energia criadora, a sua Luz e a Alma de cada um de nós “Só” existem dentro. Não existem “lá fora”.

Olhemos para o que “parece” lá fora e lembremos que só estamos a ver o que a mente, cá dentro, constrói e nos oferece para criarmos o nosso momento, o nosso dia, a nossa “história”. É tudo um jogo e é para isso que o corpo e a mente são recursos importantes.

Manter a ideia de que podemos pensar, sentir, olhar, perceber, avaliar, reagir e atuar sobre “algo”, lá fora, é o “mal” instalado na nossa mentalidade.

Mudando a perceção, mudamos o que vemos. Mudando o que vemos, mudamos a experiência, trazendo a experiência ao nosso Ser, amadurecemos, expandimos e desfrutamos de uma nova possibilidade.

Não existe “mundo” fora de cada um de nós. O aparente mundo “lá fora” só existe na “alucinação da nossa perceção”. Só existe, para cada um de nós, dentro da sua mente.

QUEREMOS MUDAR O MUNDO?

Se sim, mudemos a perceção que temos dele. Em cada mente há um mundo que “parece” ser real. Aquele que perceciona só está a ver o que a sua mente, “em estado de separação”, constrói para si mesma e lhe mostra.

O aparente “coletivo” é uma representação imaginária, que reflete a visão e a experiência de cada ser humano. Assim, a Bolha Coletiva, é o aparente resultado dessa projeção coletiva.

Aquele que está mais consciente de Si Mesmo, olha para dentro para ver o mundo que deseja e ilumina-o com a sua LUZ. Aquele que está preso no sonho dualista olha para fora para justificar a sua dor, sofrimento, o pecado, a culpa e o medo, que são os ingredientes com os quais a sua mente “cozinha” o manjar da experiência que a sua parca consciência permite.

TUDO COMEÇA E ACABA EM NÓS MESMOS. HOJE, AQUI E AGORA, O QUE ESCOLHES?